quinta-feira, 1 de março de 2018

Arte para Educação Infantil - pintura com sopro.

Atividade de artes para ser feita com os pequenos. Ideia retirada da net.










































https://cantinhopreferidodamah.blogspot.com.br/2017/08/pintura-sopro.html 

sábado, 18 de julho de 2015

Oficina de pintura -

Oficina – Pintura com lápis
Muitos professores acham que para trabalhar com pintura com lápis com seus alunos, só é possível se tiverem materiais sofisticados, caixas de lápis com 24 ou 36, papel Canson ou Ingres e isto não é verdade. Às vezes as crianças têm a sua disposição lápis preto e papel sulfite.... dá pra ter uma aula de pintura? Com certeza, as crianças podem trabalhar com os tons de cinza ao preto que o lápis proporciona, podem trabalhar com pontilhismo, com pintura com pequenos traços, com pintura de traços entrelaçados, com pintura de luz e sombra ou pintura chapada, enfim, a aula de pintura pode acontecer, só depende de boa vontade.

Exercícios iniciais para pintar – Coordenação motoraa) É importante que a criança se exercite bastante para ter mais segurança ao pintar. Comece com linhas retas e curtas, depois retas contínuas, depois curvas curtas e curvas contínuas.
Exemplo:
 

Exercícios iniciais para pintar – Controle da pressão na mão / Efeitosa) Aponte o lápis e inicie o exercício pressionando bastante sobre o papel e, aos poucos, diminua a pressão. Você conseguirá uma pintura em degradee.
Faça na horizontal, vertical e inclinada.
 

Dicas importantes para pintar – Idades
Fase I - 0 aos 7 anos  -
 Pintura chapada – As crianças pintam preenchendo os espaços. Geralmente se preocupam em pintar somente as figuras desenhadas.
 

 Fase II – 8 aos 11 anos – Pintura com luz e sombra simples – Proponha exercícios que as crianças entendam que tudo que está mais próximo do sol ou do ponto de luz, ficará mais claro e, tudo o que estiver mais longe ficará mais escuro.
 

 Fase III - Dos 12 anos em diante – Pintura com luz e sombra com projeção - Nesta fase a criança já fez várias pinturas chapadas, já pintou com luz e sombra simples, portanto poderá ser orientada a pintar com luz e sombra projetada, isto é, o objeto projeta uma sombra no chão ou na parede do lado contrário daquele que a luz está incidindo sobre ele.

 
Dicas para pintar
a) Papel
– Canson – É o tipo ideal de papel para pintar porque a gramatura é bem alta.
- Cartolina – As melhores cartolinas para pintura são as de gramatura mais altas e opacas. Nas brilhantes, o lápis não consegue se fixar com qualidade.
- Color Set – Os melhores são os de gramatura maior e opacos para que o lápis se fixe bem.
- Cartão – Não é bom para pintura pois é muito brilhante e os lápis não se fixam.
- Sulfite – O melhor é o de gramatura 90 porque o de gramatura 75 é muito fino.

b) Lápis preto
- Os lápis possuem minas mais duras (H), intermediárias (F) ou mais macias (B).
Por “H” entende-se “Hard” – mina dura
Por “B” entende-se “Brand” – mina macia
Por ”HB” entende-se “Hard/Brand” – mina de dureza média
Dura                                              Média                                              Macia
    8H  7H  6H  5H  4H  3H  2H  H  HB  F  B  2B  3B  4B  5B  6B  &B  8B  9B

c) Lápis de cor
         - Mina do lápis - Alguns lápis possuem minas muito duras, isso dificulta o trabalho das crianças uma vez que é necessário mais conhecimento técnico para pintar. As crianças devem pintar com lápis de cor de minas intermediárias ou macias.
         - Ponta do lápis - É importante que a criança mantenha a  ponta sempre afiada, se ficar arredondada é capaz de borrar ou dificultar a passagem em áreas menores, ao contrário do sombreado que se pode fazer praticamente um desenho inteiro sem apontar.
         - Ação de pintar - Para pintar um desenho é importante passar o lápis com leveza, não coloque força na ação porque poderá marcar a folha.
        - Direção – Ensine seus alunos a pintar sempre num sentido só, pode ser o desenho todo ou cada parte num sentido, o que não pode é pintar em vários sentidos na mesma parte. Ex. No jarro pintar um pedaço no sentido horizontal, outro no vertical, outro circular, etc.


e) Erros comuns que as crianças cometem ao pintar
    - Contorno em preto – O contorno das figuras com o lápis preto deve ser a última coisa a ser feita e, as crianças, geralmente fazem em primeiro lugar e acabam borrando toda a pintura.
       No exemplo abaixo você poderá ver que se o contorno for feito antes da pintura, a tendência é que o lápis colorido ao se “encostar no preto”, traz o  preto pra dentro do desenho borrando todo o trabalho.
        Sendo assim, o certo é pintar todo o desenho e deixar para passar o preto no final. O contorno de preto serve para realçar o trabalho.
 
     - Pintura do fundo – Na pintura de uma paisagem, por exemplo, geralmente as crianças pintam a montanha de marrom, as casas, a praia e o mar e se esquecem do céu. Ao serem perguntadas se não falta mais nada, elas dizem “Ah professora, faltam as nuvens e o sol” e pintam as nuvens de azul e o sol amarelo.
      Pergunte a ela se já viajou de uma cidade para outra e se ela viu alguma montanha marrom. Na hora elas vão perceber que as montanhas são cobertas de vegetação, portanto verdes. Peça que olhem para o céu e vejam se as nuvens são azuis. Elas vão ver que o céu é azul e que as nuvens são brancas ou acinzentadas quando carregadas prometendo chuva.
       A pintura deve começar pelo último plano, depois o penúltimo.... até o plano que está mais próximo dos nossos olhos.
      Depois que todo o desenho está pintado, sombreie com a mesma cor que pintou e com um tom mais forte para realçar mais ainda a pintura. Siga o exemplo de pintura com luz e sombra acima. Não se esqueça que esse tipo de pintura deverá ser ensinado para crianças a partir dos 8 anos, antes disso somente pinturas chapadas.
      Faça toda a pintura e, se quiser, contorne de preto por último.
 

PINTURA COM LÁPIS DE COR - POSSIBILIDADES
a) Pintura com lápis preto nº 02 sobre fundo brancoConsiste em pintar com lápis preto de maneira que os elementos desenhados fiquem mais fortes e o fundo mais claro.

 

b) Pintura com lápis de cor branco sobre fundo preto (papel color set)Consiste em utilizar o lápis de cor branco em papéis escuros (preto, vinho, verde musgo, marrom ou roxo). O papel deve ser fosco para que o lápis deslize e a pintura apareça bem.

 

c) Pintura com lápis de cor – PontilhismoO lápis deve estar bem apontado e o desenho não pode ser muito grande porque a criança não tem paciência para desenvolver técnicas que demorem muito.

 

d) Pintura com lápis de cor – Preenchimento com tracinhosO lápis precisa estar bem apontado e deve se ter bastante paciência para que o resultado fique bom.

 

e) Pintura com lápis de cor preto – Preenchimento com linhasConsiste em preencher todo o desenho com linhas contínuas, curvas, quebradas ou retas.

 


f) Pintura com lápis de cor – Preenchimento com linhasA criança poderá preencher com linhas retas ou curvas, símbolos, bolinhas, triângulos, etc. O resultado é uma pintura diferente.

 

g) Pintura com lápis de cor – Linhas trançadasEsse tipo de pintura começa com linhas paralelas no mesmo sentido, quando tudo estiver preenchido a criança deverá traçar linhas paralelas no sentido oposto (trançando as linhas).


h) Pintura com lápis de cor – Pó de lápisAponte o lápis várias vezes e reserve o pó que se solta da mina. Coloque o dedo indicador sobre o pó e pinte o desenho. Troque de cor conforme os elementos do desenho.

 

i) Pintura com lápis de cor preto sobre fundo branco – AquareladoPinte todo o desenho com lápis de cor aquarelado preto. Alguns lugares mais escuros, outros mais claros. Molhe um cotonete ou pincel em água e passe sobre o trabalho para aquarelar. Uma outra forma de aquarelar é borrifar água sobre o desenho e esperar secar.

 

j) Pintura com lápis de cor  aquareladoPinte todo o desenho com lápis aquarelado (várias cores). Passe um pincel úmido sobre o desenho para aquarelar.

 

Todos os desenhos que mostram as possibilidades de pintura foram feitos por Mariana Querino Teixeira e Lucas Querino Teixeira, orientados pela prof. Márcia Querino Teixeira de Pirituba - SP.

Ivete Raffa
Arte educadora e Pedagoga
www.iveteraffa.com.br

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Lei das Palmadas o que é?

Lei das Palmadas - Assunto Polêmico entre os Pais e Profissionais





A nova lei prevê pena de 1 a 4 anos de prisão para quem punir crianças com palmadas

Um projeto de lei que proíbe a prática do castigo físico foi assinado na última quinta-feira (15) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para marcar os 20 anos de vigência do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente.

A lei
A medida visa garantir o direito de uma criança ou jovem de ser educado sem o uso de castigos corporais. Atualmente, a Lei 8.069, que institui o ECA, condena maus-tratos contra a criança e o adolescente, mas não define se os maus-tratos seriam físicos ou morais. Com o projeto, o artigo 18 passa a definir “castigo corporal” como “ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente”. Para os infratores, as penas são advertências, encaminhamento a programas de proteção à família e orientação psicológica.
A definição proposta se aplica não só para o ambiente doméstico, mas também para os demais cuidadores de crianças e adolescentes - na escola, nos abrigos, nas unidades de internação. O projeto busca uma mudança cultural, 1/3 das denúncias no Disque 100 refere-se à violência doméstica, seja na forma de negligência ou de maus tratos. Será necessário o testemunho de terceiros como vizinhos, parentes, funcionários, assistentes sociais que atestem o castigo corporal e queiram denunciar o infrator para o Conselho Tutelar. No caso de lesões corporais graves, o responsável é punido de acordo com o Código Penal, que prevê a pena de 1 a 4 anos de prisão para quem “abusa dos meios de correção ou disciplina”, com agravante se a vítima for menor de 14 anos.

A opinião dos pais 
As opiniões dos pais e educadores se dividem, pois a tradicional palmada, a partir de agora, se torna uma responsabilidade dos pais perante a lei, porém, muitos pais dizem concordar com a lei, pois existem outras formas de educar uma criança, alegando que a palmada não é o caminho para uma boa educação. Contudo, há pais que discordam da lei, pois acham uma intromissão do governo na educação individual de cada família. Segundo Rosa Maria Pacheco de Farias a palmada faz parte da educação das crianças, pois é uma forma de impor limites e fazer com que os pequenos entendam como uma forma de punição que foi seguido de um ato impensado dos mesmos. “Acho que uma palmada não é algo prejudicial na vida da criança, pois uma simples palmada não é um ato de agressão, porque não fere a criança, mas faz ela pensar melhor nos seus atos”, salienta.
Rosa relata também que levou muitas palmadas de seus pais na infância e garante que o gesto punitivo não deixa marcas negativas na memória infantil. “Assim como já levei muitas palmadas, também já as dei em meus filhos que hoje são crescidos e não sofreram nenhum tipo de revolta, acho que é uma forma de educar, bem como, o carinho e o amor de pai e mãe”, finaliza Rosa.


A opinião de um profissional 
Segundo a psicóloga Ângela de Mattos Camargo, de forma nenhuma, dar palmadas em crianças é uma maneira de educá-las. “Se a lei foi criada é porque é necessário punir alguns exageros que a sociedade comete. Se é necessária a existência da lei é porque a civilização não está sabendo administrar e educar de forma firme e ao mesmo tempo afetuosa, uma criança. A palmada nunca é ‘pedagógica’, pois se trata de uma punição física, e educar uma criança é bem mais complexo e também consiste em um processo bem mais demorado, em contrapartida surte um resultado muito satisfatório, tanto para quem educa como para a própria criança. A educação é cumulativa, ou seja, é preciso colocar em prática uma série de medidas todos os dias, para que a criança possa assimilar e memorizar o que está fazendo de errado e, com o tempo, encontrar o caminho correto para direcionar seus atos, isto sem a menor necessidade de bater ou castigar”, destaca a psicóloga.

Qual é a linha pedagógica da sua escola?

Linhas pedagógicas - conheça!


Encontrei este texto e explica de forma simples que linha pedagógica segue a escola, leiam e confiram:

Linhas pedagógicas: veja como elas funcionam e qual tem mais a ver com seu filho

Ana Okada
Em São Paulo

Cada escola usa os preceitos de uma ou mais linhas pedagógicas para "moldar" suas aulas. Essas teorias, no entanto, nem sempre se manifestam puramente no dia a dia dos alunos. Segundo a professora Cecília Hanna Mate, da USP (Universidade de São Paulo), é possível encontrar práticas que utilizam um ou mais aspectos de diversas linhas ao mesmo tempo, assim como é possível haver posturas individuais de escolas que seguem apenas uma dessas tendências.

A professora, no entanto, pondera que a metodologia de ensino é apenas um dos fatores que rege a sala de aula: "É fundamental entender que no cotidiano de uma sala de aula há sempre o imprevisível e o imponderável, que as tendências procuram prever, regular, classificar, pois a pedagogia é uma normatização da conduta, da inteligência e do sentimento".


Segundo os especialistas consultados pelo UOL Educação, a coordenação pedagógica da escola é quem deve informar os pais sobre qual linha pedagógica é adotada na instituição.
Mais do que saber a pedagogia que a escola adota, é interessante que os pais possam verificar, durante as aulas normais dos alunos, exemplos de atividades que são realizadas nas aulas, para que se possa comparar o que é dito ao que é de fato ensinado.
Saiba mais sobre algumas das linhas pedagógicas mais adotadas nas escolas brasileiras:

Escola comportamentalista

Como funciona: A concepção comportamentalista enfoca a técnica, o processo e o material postos em jogo. O ensino deve ser bem planejado, com materiais instrucionais programados e controlados. O objetivo é que os resultados possam ser mensurados e que o estudante adquira os comportamentos desejados, moldados segundo necessidades sociais determinadas.
Por essa pedagogia, o professor tem como tarefa controlar o tempo e as respostas dos alunos, dando-lhes feedback constantes. O aluno é visto como alguém que pode aprender a partir de estímulos, que são recompensados, caso os objetivos sejam alcançados.
Avaliação: O processo de avaliação é feito por provas, semelhantes às da linha tradicional.

Escola construtivista

Como funciona:No construtivismo, o saber não é passado do docente ao aluno: o estudante é que constrói o conhecimento, por meio da formulação de hipóteses e da resolução de problemas. O objetivo do construtivismo é que o aluno adquira autonomia. A ênfase está no aspecto cognitivo.
As disciplinas são trabalhadas em uma relação mais próxima com os alunos e envolve diversos elementos, como música e dramatização. As séries são organizadas em ciclos.
Avaliação: A linha construtivista foi idealizada para que não houvesse provas, uma vez que o aluno deve construir o conhecimento ao longo das aulas. As escolas, no entanto, podem adaptar esse conceito em suas avaliações.
Apesar de estar muito em voga no Brasil e em muitos países ocidentais, há também muitas controvérsias quanto à aplicabilidade do construtivismo em nossa realidade. Segundo a professora Cecília, falta de condições estruturais (como condições de trabalho dos professores e o número de alunos por sala) e aspectos políticos e ideológicos são alguns dos pontos criticados por especialistas.

Escola freiriana

Como funciona: Pela pedagogia baseada nas ideias de Paulo Freire, que é mais voltada para a alfabetização, os aspectos culturais, sociais e humanos do aluno devem ser levados em conta. Esta postura implica em ouvir o aluno para ajudá-lo a construir confiança, para que ele possa entender o mundo por meio do conhecimento.
Segundo Freire, o conhecimento faz sentido para o estudante quando o transforma em sujeito que pode transformar o mundo. Bom senso, humildade, tolerância, respeito, curiosidade são alguns dos princípios defendidos por essa corrente. A educação se torna uma ferramenta para "libertar" o aluno.
Avaliação: Assim como a linha construtivista, pedagogia de Paulo Freire não prevê provas, mas as escola podem ter avaliações.

Escola montessoriana

Como funciona: A metodologia foi criada pela educadora italiana Maria Montessori e parte do princípio da experiência concreta e da observação. A ideia é que o aluno possa utilizar o conhecimento que já tem como base para a abstração e, assim, assimilar novos conceitos.
As salas de aula das escolas que adotam essa pedagogia têm, em média, 20 alunos e procuram ter diversos materiais para estimular a aprendizagem. Em vez de a professora passar as lições, as atividades ficam dispostas em sala e o aluno escolhe qual irá fazer no dia. Ele deve cumprir os módulos obrigatórios para avançar os estudos. As salas podem ser ordenadas por séries, como no ensino tradicional, ou por ciclos, com mais alunos de idades diferentes na mesma sala.
Segundo a pedagoga e psicopedagoga Edimara Lima, a vantagem do método é que o aluno pode aprender de acordo com seu ritmo: "Quem caminha mais rápido vai mais rápido, e quem precisa ir mais devagar recebe tarefas paralelas para aprender o que precisa". "A criança aprende a fazer escolhas, tem exercício de independência e autonomia."
Avaliação: Pode ter provas ou não, de acordo com a escola. Quando não há provas, a avaliação é feita a partir dos registros que o professor tem sobre a produção do aluno. No final do ensino fundamental e do médio pode haver monografia.

Escola tradicional

Como funciona: Na pedagogia tradicional o professor é a figura central. Ele ensina as matérias de maneira sistematizada e o aluno absorve esses conhecimentos como se fosse uma "tabula rasa". Apesar de vigorar em muitas escolas, essa prática se instituiu por "inércia da burocracia e do cotidiano escolar e pela crença de que o conhecimento era imutável e transmissível", segundo Cecília.
Nas aulas tradicionais, os conhecimentos são concebidos como verdades não sujeitas a variações nem à dependência de contextos, diferentemente de pedagogias mais modernas, em que o estudante deve "construir o conhecimento" e não simplesmente absorvê-lo.
Avaliação: A forma de promoção é a avaliação, que mede a quantidade de conhecimento que foi memorizada. Quem não alcança a pontuação mínima é reprovado e deve cursar a mesma série novamente.
De acordo com a professora, muitas características do ensino tradicional estão presentes no Brasil e no mundo "já que a própria formação de professores ainda é extremamente tradicional".

Escola Waldorf

Como funciona: A pedagogia Waldorf prioriza as necessidades do desenvolvimento do estudante. A trajetória da criança é composta por ciclos de sete anos, nos quais ela tem um tutor. As aulas do ensino infantil nesse sistema tem ênfase em artes e em trabalhos manuais, como marcenaria, culinária etc.
Diferentemente do ensino tradicional, em que os alunos tem preocupações com horários e conteúdo a ser aprendido, na Waldorf o que é levado em conta são as etapas de desenvolvimento do estudante. 

Tendência democrática

Como funciona: As escolas democráticas são baseadas na Escola Summerhill, nascida na Inglaterra. Segundo a professora Cecília, elas são uma uma crítica à educação tradicional, que seria baseada no "medo e no controle baseado em ameaças veladas, presenças obrigatórias e outras imposições".
Seu grande diferencial é que seus alunos não são "obrigados" a assistir as aulas obedecendo um cronograma comum, único. Eles escolhem as atividades a fazer de acordo com seus interesses. 
Avaliação: Para avaliar os alunos, procura-se abolir também lições de casa e provas; a avaliação é feita por sua participação e por trabalhos que podem ser escritos, artísticos etc.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/escolha-escola/2009/08/25/linhas-pedagogicas-veja-como-elas-funcionam-e-qual-tem-mais-a-ver-com-seu-filho.jhtm